Ricardo Jo FolhaRicardo Fonseca será reconduzido ao cargo de presidente do Brasil nesta quinta-feira.

Ricardo Fonseca será aclamado nesta quinta-feira pelos conselheiros e associados do Brasil para mais dois anos na presidência do clube. No cargo desde 2012, o dirigente diz que segue tão motivado como estava em sua primeira eleição em novembro de 2011. “Estou com todo o pique. Se não tivesse, não continuaria”, afirma. Os vices da chapa única, que foi registrada nesse processo eleitoral do clube, são Renato Moreira (administração), Geovane Alcântara (futebol), Selmar Pintado (financeiro) e Guto Lhan (departamento médico).

"O clube cresceu bastante, mas temos muita coisa ainda para fazer”, ressalta Ricardinho. Ele aponta três metas: continuidade da construção do CT (Centro de Treinamento) na Sanga Funda, sequência e qualificação do trabalho nas categorias de base e investimento no marketing para ampliar o quadro social. Atualmente, o Brasil conta com apenas 3800 sócios pagantes. Um número insuficiente na avaliação do presidente. “Na Série B de 2016 nunca baixamos de 5 mil sócios. Temos que melhorar isso aí”, diz.

A construção do CT e os investimentos na base não andam no ritmo desejado em consequência da falta de dinheiro no clube. “Toda nossa receita é consumida pelo futebol profissional. O que recebemos de cota da CBF (referente a participação na Série B – R$ 6 milhões brutos) é insuficiente. Tanto que os clubes da Série B estão todos quebrados. Quando maior a estrutura, maior a dificuldade”, ressalta Ricardinho.

Quanto ao futuro do time no Brasileiro, a confiança aumentou depois da vitória de terça-feira em Campinas. “O Brasil não cai. Posso garantir isso. O Rogério (Zimmermann) é o treinador talhado para o Brasil”, completa.