gol rodrigo silvaAtaque Xavante, de Rodrigo Silva, está devendo em 2017

O problema maior do Brasil pode não ser o ataque, mas é no ataque que se materializam as principais dificuldades da equipe. Em 13 jogos oficiais nesta temporada, o time rubro-negro marcou apenas 10 gols. Isso dá a média de 0,76 gol por jogo. Nesse mesmo número de partidas, a defesa foi vazada 14 vezes. Um descompasso que não era observado em outras temporadas, quando o número de gols marcados era alto; e a defesa uma das melhores da competição.

O principal desafio do técnico Rogério Zimmermann tem sido a de acertar a linha de três meias. A diretoria já contratou oito jogadores para ocupar essas três funções. Nenhum conseguiu se firmar na equipe. Rafinha deu boa resposta nestes dois jogos do Brasileiro da Série B, mas é ainda muito pouco tempo para avaliação. Wagner chega com o respaldo de ter sido um dos destaques do Gauchão pelo Caxias, mas só participou de 30 minutos do jogo de terça-feira contra o Londrina.

Para o Gauchão, o Brasil contratou cinco meias: Bruno Lopes, Juninho, Aloísio, Rennan Oliveira e Lenílson. Quem mais jogou (em termos de produção no setor) foi Nem, que inicialmente era o segundo volante, que foi adiantado para a linha de três meias. Rennan Oliveira já foi embora; e Lenilson está fora dos planos.

Rafinha, Wagner e Elias chegaram para o Brasileiro. É esse setor que pode permitir que o Brasil possa ter um ataque melhor. Também pode, quando estiver ajustado, contribuir para que a equipe esteja mais compacta e menos exposta defensivamente.

Zimmermann terá agora mais de uma semana para preparar o time visando o jogo diante do Goiás, que será realizado no dia 26 de maio. O próximo compromisso em casa é dia 30, contra o Náutico.

Diario da Manhã